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Linguagem C

Estruturas de dados: árvore binária
Linguagem C

Estruturas de dados: árvore binária

Uma árvore binária é uma estrutura de dados hierárquica composta por nós, onde cada nó possui no máximo dois filhos: esquerdo e direito. Essa estrutura é fundamental na computação por sua eficiência em operações de busca, inserção e remoção.

05/05/2026
Estruturas de dados: fila
Linguagem C 05/05/2026

Estruturas de dados: fila

A fila é uma estrutura de dados linear que segue o princípio FIFO (First In, First Out), onde o primeiro elemento inserido é o primeiro a ser removido. Essa característica a torna ideal para situações onde a ordem de chegada determina a ordem de atendimento.

Estruturas de dados: lista encadeada
Linguagem C 05/05/2026

Estruturas de dados: lista encadeada

Uma lista encadeada é uma estrutura de dados linear e dinâmica, composta por nós que armazenam um valor e um ponteiro para o próximo elemento da sequência. Diferente dos arrays estáticos, que exigem tamanho fixo em tempo de compilação, a lista encadeada cresce e encolhe conforme a necessidade, alocando memória sob demanda.

Estruturas de dados: pilha com array e com lista
Linguagem C 05/05/2026

Estruturas de dados: pilha com array e com lista

A pilha é uma estrutura de dados linear que segue o princípio LIFO (Last In, First Out), onde o último elemento inserido é o primeiro a ser removido. Imagine uma pilha de pratos: você sempre coloca um novo prato no topo e retira do topo também.

Estruturas de dados: tabela hash
Linguagem C 05/05/2026

Estruturas de dados: tabela hash

Uma tabela hash (ou tabela de dispersão) é uma estrutura de dados que implementa um mapeamento entre chaves e valores, permitindo acesso direto aos dados através de uma função matemática chamada função hash. Diferentemente de arrays tradicionais, onde os índices são inteiros sequenciais, a tabela hash aceita chaves de qualquer tipo (strings, números, objetos) e as converte em índices numéricos.

Deployment: systemd services e init scripts
Linguagem C 05/05/2026

Deployment: systemd services e init scripts

Tradicionalmente, aplicações C precisavam implementar sua própria daemonização usando fork(), setsid() e umask(). Com systemd, esse processo pode ser delegado ao gerenciador de serviços, simplificando o código.

Documentation com Doxygen e comentários estruturados
Linguagem C 05/05/2026

Documentation com Doxygen e comentários estruturados

Código C, por sua natureza de baixo nível e manipulação direta de memória, exige clareza para ser compreendido e mantido. A documentação adequada transforma código enigmático em ativos reutilizáveis, reduzindo o tempo de onboarding de novos desenvolvedores e prevenindo bugs causados por interpretações equivocadas de APIs. Em projetos colaborativos, documentar não é opcional — é requisito para sustentabilidade.

Criando e usando uma biblioteca própria
Linguagem C 05/05/2026

Criando e usando uma biblioteca própria

Em C, uma biblioteca é um conjunto de funções e símbolos compilados que podem ser reutilizados por diferentes programas. Existem dois tipos principais:

Criando uma CLI com getopt e argparse
Linguagem C 05/05/2026

Criando uma CLI com getopt e argparse

Interfaces de linha de comando (CLIs) são a porta de entrada para a maioria dos programas escritos em C. Elas permitem que usuários controlem o comportamento do programa sem modificar o código-fonte, passando parâmetros como --verbose, -o arquivo.txt ou --help. Essa flexibilidade é essencial para ferramentas que precisam se integrar a scripts, pipelines ou ambientes de automação.

Cross-compilation: toolchains e sysroots
Linguagem C 05/05/2026

Cross-compilation: toolchains e sysroots

Cross-compilation é o processo de gerar código executável em uma plataforma (host) para ser executado em uma plataforma diferente (target). Diferentemente da compilação nativa, onde o código é compilado e executado no mesmo sistema, a compilação cruzada envolve arquiteturas distintas — como compilar para ARM a partir de um sistema x86_64.